Formigueiro, todo mundo sabe, é a casa das formigas. Mas não é só. O formigueiro é a concretização de um necessário e longo trabalho para que as formigas convivam em sociedade que, aliás, é absolutamente complexa e fascinante. É, se fossemos comparar, o Estado desses insetos.
É bom esclarecer que as formigas serviram apenas de inspiração para esse espaço, que não tem qualquer objetivo de tratar desse assunto.
Esta formiga que vos escreve é advogada, sempre estudante e aventureira da filosofia e sociologia, com pensamentos borbulhantes, indignações e pretensões que buscam aproximar as pessoas do “mundo do Direito”, aparentemente tão chato e cheio de pessoas formais e sem graça.
Aproximar o “mundo do Direito” do “mundo da realidade” é uma das propostas, afinal, o direito deve servir à sociedade, e não o contrário.
Não é preciso muito esforço para perceber que o ramo do Direito que mais desperta interesse é o Direito Penal, incluindo o processo penal. É nele que se vivencia a emblemática disputa entre o bem e o mal.
Ao mesmo tempo, porém, é ele a mão que castiga e a armadura que protege.
E é essa armadura que queremos apresentar, propondo reflexões que possibilitem um olhar diferente sobre o Direito Penal e processual penal.
É um trabalho de formiga, já sabemos. E sabemos, também, que existe uma porção de pés esmagadores e inseticidas por aí. Mas isso, certamente, não será problema para as formigas deste formigueiro.
Que tenha início a construção!
Analogias perfeitas e de ótimo tom!
ResponderExcluirParabéns.
Ps: Já ganhou um leitor!
Seja bem vindo!
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